Mudança do Windows para o MacBook em 2025: os 5 principais mitos e cenários reais
- 12.08.2025
A transição do Windows para o MacBook em 2025 continua a despertar o interesse de utilizadores particulares e especialistas que estão a considerar atualizar o seu equipamento. As razões para isso não são apenas as mudanças de hardware nos dispositivos da Apple, mas também o desenvolvimento do sistema operativo macOS, que oferece abordagens alternativas em termos de desempenho, segurança e compatibilidade com o ecossistema. Vamos examinar cinco mitos comuns sobre o macOS, bem como cenários reais de aplicação que permitem avaliar a viabilidade da transição do ponto de vista das tarefas diárias e profissionais.
Mito 1: o macOS é inconveniente e incomum para o utilizador do Windows
Muitos acreditam que o macOS não suporta as funções habituais do Windows por predefinição. No entanto, existem utilitários especiais que fornecem funcionalidades semelhantes. A transição implica aprender uma nova lógica de interação, mas as opções de configuração permitem suavizar significativamente as diferenças.
- Ao instalar gestores de janelas, como o Rectangle ou o Magnet, é possível obter a interface snap habitual.
- Clipboards de terceiros dão acesso ao histórico da área de transferência, análogo ao Win+V.
- O utilizador pode configurar combinações de teclas e o comportamento do trackpad através das configurações do sistema, aproximando a interface da habitual.
Mito 2: software importante não funciona no Mac
Este mito preocupa especialmente os especialistas que dependem de programas altamente especializados. No entanto, a virtualização no Mac permite executar aplicações Windows sem abandonar o macOS.
- O Parallels Desktop suporta aplicações Windows 11 ARM e x86 através de emulação.
- Os jogos Steam podem ser jogados no Parallels com um perfil de jogo, embora o desempenho seja inferior ao de um PC nativo.
- Para aplicações empresariais populares ou software especializado, pode-se usar versões em nuvem ou conexão através de uma área de trabalho remota.
Mito 3: não há jogos e programas para jogos no Mac
Embora a biblioteca de jogos no macOS seja realmente limitada, a virtualização amplia as possibilidades. As alternativas permitem executar jogos do Windows, embora com alguma redução no desempenho.
- Para jogos antigos com DirectX 9-11, o Parallels é adequado, para os mais recentes — Crossover ou Wine.
- A Apple está a desenvolver o Metal — a sua própria API gráfica, que está a ser gradualmente suportada pelos desenvolvedores de jogos.
- Com o lançamento dos novos chips da série M, o desempenho dos gráficos integrados aumenta, o que torna possível a execução de projetos mais exigentes em termos de recursos.
- A alternância entre macOS e Windows ocorre sem reinicialização, na janela da máquina virtual.
Mito 4: o MacBook é muito caro e não é vantajoso
O alto preço inicial do MacBook é visto como a principal desvantagem. No entanto, é importante considerar o custo total de propriedade.
- O preço dos dispositivos Apple leva em consideração não apenas as características, mas também a otimização do hardware para o macOS, o que afeta a estabilidade do funcionamento.
- O Mac tem uma vida útil de 6 a 8 anos, enquanto o PC tem uma vida útil média de 4 anos, e o Mac mantém o seu valor na revenda.
- Após três anos de uso, o MacBook pode sair mais barato devido aos menores custos de manutenção.
Mito 5: o MacBook depende do ecossistema da Apple
Existe a opinião de que o Mac só é útil se tiver outros dispositivos Apple. Na verdade, o macOS integra-se bem com dispositivos externos e não requer gadgets adicionais.
- A troca de ficheiros e os protocolos de rede, como o SMB, são totalmente compatíveis com o ambiente Windows.
- As máquinas virtuais permitem executar o ambiente Windows mesmo sem um iPhone ou iPad.
Cenários reais de utilização
Abaixo estão alguns exemplos em que o macOS combina as vantagens do seu próprio ambiente com as capacidades das aplicações Windows.
- Um programador utiliza o Xcode no macOS e executa o Windows-IDE através do Parallels sem mudar de dispositivo.
- Um designer trabalha no Figma no Mac e, quando necessário, abre um programa de contabilidade a partir da máquina virtual Windows.
- Um estudante realiza pesquisas no macOS e, em cursos conjuntos, executa programas Windows em paralelo.
Assim, a transição do Windows para o MacBook em 2025 será possível sem a perda dos programas e processos de trabalho habituais. As ferramentas modernas de virtualização, as funções de rede universais e a evolução da plataforma de hardware da Apple tornam a transição técnica e financeiramente justificável.